Publicado em 16 de maio 2008 por Eduardo Hoffmann
Quase todas as montadoras já tentaram, sem o sucesso esperado, colocar no mercado suas versões e concepções de mini-carros. Aqui no Brasil, o Ford Ka e o Renault Twingo foram as mais conhecidas tentativas. o Ka teve de ser totalmente reestilzado para perder o estigma de carro apertado, sem porta-malas e, logo, caro. A Renault simplesmente desistiu do Twingo. Lá fora, a Fiat já reestilizou e relançou o Fiat 500 mas não se arrisca a lançá-lo por aqui.
Lendo a matéria do meu xará Eduardo Hiroshi, na Interpress Motor, percebi que há realmente um problema de aceitação dos mini-carros por parte do consumidor. “Por um pouco a mais na parcela”, pode-se comprar um carro maior (leia-se melhor). Ao mesmo tempo, parece haver um insistência em colocar estes modelos nas ruas, mesmo estando evidente o fracasso financeiro do projeto. Me parece apenas a velha (e eficiente) aplicação de market-share da montadora.
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Publicado em 16 de fevereiro 2008 por Eduardo Hoffmann
UPDATE: A Tata Motors está negociando para produzir em série o MDI OneCAT. Nunca ouviu falar deste carro? Então CLIQUE AQUI!

Publicado em 16 de fevereiro 2008 por Eduardo Hoffmann
Rodeado de discussões, boatos, preocupações e afins, o lançamento do Tata Nano abriu discussões nos mais diversos setores. Ambientalistas, governos, concorrência e até e CET (Companhia de Engenharia de Tráfego de São Paulo) já se manifestaram sobre os possíveis impactos deste projeto pioneiro da indústria automobilística mundial.


“The People’s Car” foi o apelido dado ao Nano por Ratan Tata, principal acionista da montadora indiana. Concebido sob uma plataforma aparentemente frágil, o carro super-popular, que tem seu preço de venda estimado em US$2.500,00 no mercado indiano, promete surpreender nos quesitos conforto, segurança, consumo e emissão de poluentes.
Segundo a montadora, o Nano tem como público alvo Continue Lendo
Publicado em 10 de fevereiro 2008 por Eduardo Hoffmann
A montadora indiana Tata Motors, vem correndo pelas beiradas, tentando desviar dos olhos da mídia. Mesmo assim, vários veículos de comunicação, principalmente a internet, têm percebido esta movimentação.

O principal acionista da Tata Motors, o indiano Ratan Tata, é integrante do conselho de administração do Grupo Fiat. A partir daí, ficou fácil entender o anúncio do cônsul da Índia no Brasil de que a IVECO (divisão de caminhões da Fiat) produzirá a Pickup Tata TL Sprint, que irá competir na mesma categoria da Chevrolet S-10, Ford Ranger, Mitsubishi L200 e Toyota Hilux, utilizando a marca FIAT e sua rede autorizada.
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Publicado em 12 de julho 2007 por Eduardo Hoffmann
Há alguns anos atrás, ouvi falar que um brasileiro havia desenvolvido um carro à água e que tal projeto havia sido patenteado e todos os direitos comprados por uma grande companhia petrolífera multinacional. Não tenho certeza sobre a veracidade deste fato, pois não encontrei nada a respeito deste assunto publicado. Vai ver a tal companhia guardou tudo numa “concha” e jogou no fundo do mar…Agora, com o forte apelo mundial anti-poluição, estes tipos de projetos não-poluentes, ganham força na sua divulgação e mais facilmente angariam investidores.
Estou falando principalemnte do engenheiro francês Guy Nègre da MDI (Moteur Developpment International), que desenvolveu o mais bem sucedido carro movido a ar comprimido. E a boa notícia é que vários países que aderiram ao projeto, investindo na pesquisa deste conceito, já anunciaram a implantação de linhas de montagem principalmente do modelo “City-CAT”.

O consumo deste veículo foi calculado em aproximadamente 0,75 euros (R$1,95) por 100km. E acreditem: os gases que saem pelo escapamento podem voltar para a cabine para o sistema de ar-condicionado. O motor deste veículo libera o mesmo ar que respiramos com a vantagem de estar filtrado.
E a manutenção?
Como é um motor limpo (sem queima), a troca de óleo (1 litro de óleo vegetal) deverá ser feita a cada 50.000 km. Para abastecer, basta regarregar o tanque de ar comprimido, ou ligá-lo a uma tomada. O City-CAT virá equipado com um pequeno compressor, capaz de regarregar completamente os tanques em 3 a 4 horas, isso enquanto os postos de combustíveis não fornecerem ar comprimido de forma a abastecer mais rapidamente.
A autonomia do City-CAT, pode chegar a 300km, atingindo uma velocidade de 130km/h.
Mas alguns grupos (sempre tem alguém ocioso pensando) declaram que é necessário usar eletricidade para abastecer o veículo e essa eletricidade seria produzida de forma suja. Pelo visto, são tão preocupados com a poluição mundial que ainda não descobriram a energia eólica…
Resta saber se o interesse e poder do petróleo não acabarão arquivando mais este projeto, que tem tudo pra vingar e substituir definitivamente nossos “beberrões” de gasolina.
Mais sobre o assunto, AQUI, em português.
Mais um pouco AQUI, em inglês.
Update desta postagem, AQUI.