Publicado em 16 de junho 2009 por Eduardo Hoffmann
Na última sexta-feira, a convite da equipe Dias de Livina, fomos passar um dia no QRX 2009, em Interlagos. Nosso transporte até o evento, foi o Livina do Cris Dias, que nos convidou, também, a dirigir o lançamento da Nissan pelas ruas de São Paulo. Exceto por este passeio, não realizei nenhum test-drive oferecido no evento, pois custavam desde R$90,00 para dirigiar um Kia Picanto até R$600,00 para dar duas voltas no banco do carona de uma Ferrari, o que desmotivou bastante. Afinal eram muitos modelos que davam vontade de experimentar. Mas outras coisas do QRX chamaram bastante a nossa atenção.
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Publicado em 06 de março 2008 por Eduardo Hoffmann
Quem acompanha este blog, sabe que notícias sobre combustíveis alternativos, sempre ganharam destaque. Sejam os híbridos, elétricos, bi-combustíveis, GNV, à hidrogênio ou os promissores carros à ar comprimido. O grande problema sempre esteve na quebra dos paradigmas, principalmente daqueles que nos remetem à praticidade e conveniência. Para entender melhor, selecionei esta matéria do Jornalista Rafael Corrêa, publicada na revista Veja, a seguir.

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Publicado em 23 de dezembro 2007 por Eduardo Hoffmann
De 19 a 27 de janeiro de 2008, aconteceu o Salão do Automóvel de Detroit, onde e Nissan apresentou o seu novo carro-conceito: o Nissan Forum. Além do belo e sofisticado design, o modelo terá equipamentos diferenciados, como sistema de áudio individual Bose, monitores wireless e forno de microondas.

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Publicado em 26 de setembro 2007 por Eduardo Hoffmann
Não é utopia, nem pegadinha. Eles estão chegando. A iminente chegada ao Brasil dos carros “superpopulares”, vindos da China e da Índia, pode antecipar o “apagão” do trânsito nas grandes cidades. Essa é a visão de especialistas em engenharia de tráfego, para quem a idéia de se vender no Brasil carros que custam em seus países de origem valores entre R$ 5 mil e R$ 7 mil – preço de uma motocicleta – aliada à falta de uma política clara que priorize o transporte público, levará cidades como São Paulo a uma perda irreversível de produtividade econômica.
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